conceitos. O passado triste da ditadura militar
fez com que tivessemos medo em criticar e
tomar medidas contra abusos que se mostram
claros. A televisão esta ai como exemplo.
Precisamos crer que o Brasil rompeu
definitivamente com o passado negro. Chega
de ficar vivendo nas próprias sombras. Não
devemos ter medo de tomar a atitude certa
porque alguém vai nos acusar de ditadores,
fascistas, ou coisas do gênero. Por causa do
medo de ser mal interpretado é que os nossos
governantes e representantes "sangue de barata"
se calam enquanto o caos e a anarquia usa o
argumento da liberdade para se propagar.
Existem deputados que também utilizaram o
argumento da democracia para reprovar a
atitude do governo. Muitos deles são grandes
demagogos que não estão nem um pouco
preocupados com a democracia. Eles somente
usam a expressão porque não tem coragem de
fazer o que o Presidente fez. Eles tem medo
de parecessem politicamente incorretos, e quem
sabe, nas próximas eleições...
O nosso Presidente é um corajoso. Poucos
teriam a coragem de fazer o que ele fez.
Defender a dignidade da Nação com unhas e
dentes, mesmo que para isto tivesse que arcar
com as consequências que viriam por ser mal
interpretado.
Nosso Presidente é alguém vivido, inteligente,
e esta cercado de pessoas da mais alta
competência que o apoiaram na decisão.
Somente quem tem dívida poderia ter medo de
tomar uma atitude como a que tomou. Como
nosso Presidente tem um compromisso sério
com a Nação ele não precisou temer os
desgostosos. Isto vem servir para demonstrar
que o Presidente não tem medo de tomar
atitudes radicais. Muitos tem cobrado atitudes
radicais dele no exercício do cargo. Se ele ainda
não tomou é porque realmente ainda não foi
possível e fiquemos seguros de uma coisa: Que
ele tem coragem, isto ele tem.
Ninguém precisa temer fragilidade da democracia
por um episódio como este. Como ja citei
anteriormente, o Brasil rompeu com o passado
negro. Um país que alcançou o impeachment
de um Presidente da República que fora
simplesmente acusado de corrupção já
demonstrou seu compromisso com o respeito,
a verdade e a democracia.
Comparar Lula com um ditador autoritário
e levantar dúvidas sobre sua conduta é opinião
falha. As instuições de nosso pais são fortes e
consolidadas. Temos um Congresso Nacional
e um Senado eleito pelo voto do povo. Temos
o Judiciário. Todos estão compromissados
com a democracia.
Tenho certeza que todos lutariam novamente
para conservar o direito de expressão, porém
nenhum deles lutariam pela calúnia e infâmia.
A bandeira que tenho pregada na minha parede
e pela qual chorei alguns dias atrás, quando uma
francesa arrancou de minha porta e a jogou na
lata do lixo, diz: Ordem e Progresso. Querer
utilizar a liberdade de imprensa para trazer a
desordem é contra o lema do meu País.
Tenho certeza que nenhum jornalista do Brasil
ou de qualquer parte do mundo tem queixas por
ter seu trabalho censurado pelo governo. Este
foi um caso isolado e infeliz, que diga-se de
passagem, foi protagonizado por alguém que
demonstrou sua completa falta de informação
quanto as ansiedades do povo, bem como suas
intenções maldosas.
A Luis Inácio Lula da Silva meu apoio.
Cléber Fernandes
Mont Saint Aignan - França.
divulgada pelo The New York Times, segundo
o qual, nosso Presidente da República estaria
exagerando no consumo de bebidas alcóolicas
e isto impedindo-o de bem exercer seu ofício,
gostaria de registrar minha opinião.
Entendo que o governo fez bem em cancelar o
visto temporário do tal "jornalista". O Presidente
da República Federativa do Brasil, o Senhor
Luis Inácio Lula da Silva é o maior mandatário
de nossa Nação e ofendê-lo é o mesmo que
ofender a imagem do País e logo de todos os
brasileiros.
Mediante constatação inegável de que a
reportagem se trata de uma calúnia, uma mentira
sem base que a sustente como verdade, a expulsão
do tal "jornalista" foi ato certo. O jornal teve a
oportunidade de se retratar e acabou utilizando
esta oportunidade para confirmar o que havia
divulgado.
Aos críticos, não se trata de ferir a liberdade
de imprensa. O Brasil é um pais democrático
e liberdade todos tem para criticar. As críticas
existem as pencas contra o governo todos os
dias nos jornais. O que o governo puniu foi a
mentira pura e descarada de um jornalzinho
maldoso que tem medo de se retratar por ferir
sua credibilidade.
Onde foi que o sujeito encontrou a tal da
"preocupação nacional dos brasileiros com os
hábitos de beber do Presidente"? Isto não existe,
porém quem sabe, somente na cabeça do cômico
Brizola, que diga-se de passagem, acabou
prestando um deserviço ao país.
A atitude do governo não foi nem um pouco
truculenta, muito menos autoritária. Pior seria
não ter feito nada. O que devemos fazer com
anarquitas que entram em nossa casa? Temos
que ter um compromisso sério com a democracia
e com o respeito.
Existem muitos críticos que se levantaram
contra o Presidente. Chegaram até a chamá-lo
de autoritário. Um Presidente que tem chamado
a mesa de negociações toda a sociedade.
Criticaram ele porque demorou tanto tempo
para decidir o valor do novo salário e acabou
dando um valor abaixo do esperado. O que
não pararam para perceber é que ele demorou
porque escolheu levar o tema para a mesa de
negociações. Seria mais fácil ter decidido
sozinho, mais não é o que nosso Presidente quer.
Chamar o Presidente de autoritário não tem
sentido. O Brasil tem um compromisso sério
com a liberdade de imprensa e de expressão.
Ninguém duvida disto. São inúmeros os acordos
que o País tem assinado e que garantem isto. O
Brasil demonstra seu engajamento na prática
e na maneira como lida com estes assuntos.
Cancelar o visto deste "repórter" não foi ferir
a liberdade de imprensa, porque ninguém,
ninguém, tem o direito de enganar, mentir e
caluniar. Alias, aquilo não deve nem mesmo
ser classificado como reportagem; é lixo.
Ninguém pode colocar em dúvida o
compromisso do Brasil com a democracia por
uma decisão de expulsar do nosso território
um anarquista.
Algumas semanas atrás os Estados Unidos
expulsaram quase mil (1000) brasileiros que
não tinham visto. Detalhe: Eles estavam
trabalhando. Algumas semanas atrás a França
expulsou uma família de brasileiros que não
tinham visto. Detalhe: Eles estavam trabalhando.
Por que o Brasil não pode expulsar alguém que
ao contrário de trabalhar, usa a liberdade que
damos em abundância para fazer baderna?
Não estou defendendo a ilegalidade
muito menos pagar com a mesma moeda.
Estou defendendo tratar de nossos interesses
com maior rigor.
Ninguém pode duvidar do compromisso do
Presidente Lula com a democracia. O seu
passado fala por ele. Somente uma atitude
radical como a que foi tomada serviria para
demonstrar nossa indignação e repúdio ao que
foi vinculado.